Assessor lavajatista é investigado pela PF por suspeita de vazar informações da PGR para envolvidos em venda de sentenças no Tocantins

Assessor lavajatista é investigado pela PF por suspeita de vazar informações da PGR para envolvidos em venda de sentenças no Tocantins

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de busca e apreensão em endereços ligados a Felipe Alexandre Wagner, assessor jurídico da Procuradoria-Geral da República (PGR). A operação, realizada a pedido da própria PGR, investiga a suspeita de que o funcionário, em cargo comissionado, tenha vazado informações sigilosas para indivíduos sob investigação.

Wagner, que possui histórico de atuação junto à extinta força-tarefa da Operação Lava Jato e ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no Paraná, é apontado como o elo de uma rede que envolveria desembargadores, advogados e lobistas, investigados por suposta venda de sentenças.

SUSPEITA

As investigações apontam que Wagner teria repassado informações a alvos de inquéritos no Tocantins. O nome do assessor foi citado em uma conversa entre o prefeito de Palmas, José Eduardo de Siqueira Campos, e Thiago Barbosa de Carvalho, sobrinho do governador afastado Wanderlei Barbosa Castro.

O inquérito, supervisionado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), culminou no pedido de afastamento do assessor pela PGR. A decisão, no entanto, ainda não foi formalmente publicada no Diário Oficial da União.

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