CNJ disponibiliza formulários para pesquisa nacional sobre percepção e avaliação do Poder Judiciário

CNJ disponibiliza formulários para pesquisa nacional sobre percepção e avaliação do Poder Judiciário

O Conselho Nacional de Justiça disponibilizou formulários para a segunda edição da Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro. A participação será realizada de forma online e voluntária entre 14 de outubro e 14 de novembro de 2025, aberta a pessoas que acessaram a Justiça nos últimos cinco anos e a integrantes da Defensoria Pública, do Ministério Público e da Advocacia.

O estudo coletará percepções sobre acesso à Justiça, tramitação processual, efetividade dos serviços jurisdicionais, comunicação, tecnologia, acessibilidade e garantia de direitos. Os resultados servirão de base para o planejamento de ações e melhorias no Sistema Judiciário, alinhando-se aos objetivos estratégicos do Poder Judiciário.

O presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, afirmou que a pesquisa busca compreender, sob a perspectiva do público, como o Judiciário atua em relação ao acesso à Justiça, tramitação de processos e qualidade dos serviços judiciais. Essas informações subsidiarão o planejamento de ações e o desenvolvimento de melhorias para fortalecer a atuação do sistema de justiça em todo o país.

A iniciativa atende ao disposto na Resolução 325/2020, que estabelece a Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026, sendo realizada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias em parceria com o Departamento de Gestão Estratégica do CNJ.

A metodologia mantém a mesma estrutura da primeira edição, realizada em 2022, o que permitirá comparações entre os dados. Na edição anterior, mais de onze mil pessoas participaram, e os resultados geraram recomendações para aprimorar a prestação jurisdicional.

Nesta edição, os formulários incluem novas perguntas sobre serviços recentemente implementados, como a consulta unificada de processos através do Jus.Br. A pesquisa também incorpora questões abertas que permitem aos participantes expressar opiniões de forma mais detalhada, ampliando a compreensão sobre as percepções do público em relação ao Judiciário.

Com informações do CNJ

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