Ministério Público pede prisão preventiva de ex-CEO da Hurb por descumprir medidas cautelares

Ministério Público pede prisão preventiva de ex-CEO da Hurb por descumprir medidas cautelares

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb (antigo Hotel Urbano). O empresário foi detido no Aeroporto de Jericoacoara (CE) por descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça.

No momento da prisão, Mendes portava documentos falsos e utilizava uma tornozeleira eletrônica descarregada. O pedido da Promotoria baseia-se no desrespeito reiterado às determinações judiciais, incluindo a proibição de deixar o Rio de Janeiro sem autorização e a falta de entrega de relatórios médicos obrigatórios desde setembro.

FURTOS E DISFARCES

João Ricardo foi denunciado em maio de 2025 por furto qualificado e adulteração de veículo. Segundo as investigações, o empresário utilizava disfarces para subtrair obras de arte e itens de luxo na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

O ex-CEO teria se passado por entregador de aplicativo para furtar quadros de um hotel e de um escritório de arquitetura. Em outra ocasião, utilizou o pretexto de realizar serviços de manutenção para entrar em um estabelecimento e levar eletrônicos e dinheiro.

Entre os itens furtados listados na denúncia estão esculturas do Hotel Hyatt e obras de arte do escritório Duda Porto Arquitetura.

O réu, que cumpria pena em liberdade sob monitoramento eletrônico, agora aguarda a decisão da Justiça sobre o pedido de retorno ao sistema prisional. A defesa ainda não se manifestou sobre os novos fatos ocorridos no Ceará.

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